{"id":5067,"date":"2020-05-17T11:19:49","date_gmt":"2020-05-17T14:19:49","guid":{"rendered":"https:\/\/camtra.org.br\/?p=5067"},"modified":"2020-05-17T11:19:49","modified_gmt":"2020-05-17T14:19:49","slug":"17-de-maio-dia-internacional-de-luta-contra-a-lgbtfobia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/camtra.org.br\/index.php\/2020\/05\/17\/17-de-maio-dia-internacional-de-luta-contra-a-lgbtfobia\/","title":{"rendered":"Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia: Como as mulheres LBT t\u00eam vivenciado a epidemia do Covid-19"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, dia 17 de maio \u00e9 comemorado o Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia. A data remete \u00e0\u00a0 maio de 1990 quando a homossexualidade foi exclu\u00edda da lista de dist\u00farbios mentais do C\u00f3digo Internacional de Doen\u00e7as, pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS). Por\u00e9m se a homossexualidade ainda n\u00e3o \u00e9 mais uma patologia, t\u00e3o pouco deixaram de existir as viol\u00eancias e as estruturas homof\u00f3bicas e lgbtf\u00f3bicas em nossa sociedade, Quem dir\u00e1\u00a0 ainda aquelas relacionadas\u00a0 \u00e0 transexualidade que s\u00f3 passou de ser considerada doen\u00e7a mental pela OMS a pouqu\u00edssimo tempo, em 2018.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De maneira geral, mulheres e homens LGBT ainda enfrentam a nega\u00e7\u00e3o de sua identidade e afetividade, sofrem viol\u00eancia no contexto familiar, social e no trabalho,\u00a0 assim como t\u00eam maior risco de sofrer de ansiedade e depress\u00e3o, de uso abusivo de subst\u00e2ncias l\u00edcitas e il\u00edcitas e tamb\u00e9m maior risco de suic\u00eddio, quando comparados com a popula\u00e7\u00e3o cis e heterossexual. No Brasil, a LGBTfobia alcan\u00e7a n\u00edveis ainda mais alarmantes: A cada 23h, uma brasileira(o) morre v\u00edtima de LGBTfobia\u00b9 no pa\u00eds e lideramos o ranking mundial de assassinatos de pessoas trans\u00b2. N\u00e3o \u00e9 nada seguro ser uma pessoa LGBT vivendo aqui.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ainda lembramos, que todo esse contexto pode ser ainda piorado pela epidemia do coronav\u00edrus(COVID-19\/Sars-Cov2). Mesmo sem ainda levantamentos cruzados sobre as condi\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas e de Sa\u00fade dessas popula\u00e7\u00f5es, a ONU j\u00e1 pontuou que conforme visto no passado, as crises humanit\u00e1rias e\u00a0 de Sa\u00fade tendem a agravar os contextos de estigma, discrimina\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia estrutural contra mulheres e minorias\u00b3. Al\u00e9m disso, sabemos por exemplo das dificuldades do acesso e a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho das pessoas trans, sobretudo das mulheres trans, que as deixam mais vulner\u00e1veis a pandemia, assim como as violencias l\u00e9sbofobicas vividas pelas mulheres l\u00e9sbicas no contexto familiar e social, e a e a homofobia e a bifobia generalizada vivida por mulheres e homens bissexuais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por isso, neste 17 de maio, a CAMTRA destaca a voz e a viv\u00eancia de 3 mulheres LBTs ( lesbicas, bissexuais e transsexuais\/travestis) e como elas v\u00eaem e t\u00eam encarado esse momento atual. Refor\u00e7amos o rep\u00fadio contra todas as formas de LGBTfobia, e a garantia do respeito, das condi\u00e7\u00f5es de vida e trabalho dignas, e do exerc\u00edcio pleno e livre da afetividade e sexualidade de todas as pessoas LGBTS! Que seja justa e respeitada todas as formas de amor!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Confira os depoimentos:<\/span><\/p>\n<p><b>Lana de Holanda &#8211; Mulher trans, comunicadora, feminista e ecossocialista<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pandemia \u00e9 um fen\u00f4meno que leva o caos para a imensa maioria da popula\u00e7\u00e3o, fornada sobretudo por mulheres e homens da classe trabalhadora. Mas, como em qualquer outra situa\u00e7\u00e3o extrema, a vida das mulheres sempre \u00e9 a mais afetada de forma negativa por essa realidade. E quando olhamos especificamente para a realidade das mulheres trans, a\u00ed a situa\u00e7\u00e3o ruim se acentua de forma gritante!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A imensa maioria de n\u00f3s, mulheres trans e travestis, infelizmente est\u00e3o sujeitas \u00e0 prostitui\u00e7\u00e3o e outros trabalhos muito precarizados, como a \u00fanica forma de subsist\u00eancia, na maioria das vezes. Como cumprir a quarentena e o isolamento social, se n\u00e3o existe o que comer dentro de casa? Nesse sentido, as redes de solidariedade tem sido muito importantes, atrav\u00e9s da capta\u00e7\u00e3o de cestas b\u00e1sicas e itens de higiene. Importantes, mas insuficientes.Outro complicador, que \u00e9 comum em qualquer \u00e9poca, e que piora agora, \u00e9 o fato das pessoas trans evitarem ao m\u00e1ximo buscar ajuda m\u00e9dica, devido \u00e0 transfobia institucional. Mulheres trans, travestis, assim como o restante da popula\u00e7\u00e3o trans, ainda est\u00e3o vivendo tamb\u00e9m a burocracia para poder ter acesso \u00e0 renda b\u00e1sica emergencial. Triste!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em momentos t\u00e3o dif\u00edceis e t\u00e3o duros, como agora durante a pandemia da Covid-19, fica muito mais expl\u00edcito como algumas pessoas s\u00e3o consideradas menos humanas. Mas n\u00f3s, trans e travestis, n\u00e3o abriremos m\u00e3o da nossa humanidade e da nossa sobreviv\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><b>Leticia Vieira, mulher cis l\u00e9sbica, feminista e consultora em g\u00eanero e\u00a0 direitos humanos<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-5069\" src=\"https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/2-1-1024x1024.png\" alt=\"\" width=\"547\" height=\"547\" srcset=\"https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/2-1-1024x1024.png 1024w, https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/2-1-300x300.png 300w, https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/2-1-150x150.png 150w, https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/2-1-768x768.png 768w, https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/2-1-600x600.png 600w, https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/2-1.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 547px) 100vw, 547px\" \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cA pandemia trouxe um cen\u00e1rio complexo em que as viol\u00eancias cotidianas marcadas por g\u00eanero, ra\u00e7a, orienta\u00e7\u00e3o sexualidade, entre outros tornam-se mais (in)vis\u00edveis. No que diz respeito a mulheres l\u00e9sbicas, eu destacaria principalmente o aumento de demonstra\u00e7\u00f5es de lesbofobia familiar.Permanecer em casa em confinamento representa para as mulheres muitas vezes estar mais pr\u00f3xima de seus algozes. O espa\u00e7o privado, como sabemos, n\u00e3o \u00e9 seguro para as mulheres em uma sociedade patriarcal e serve como um dispositivo de manuten\u00e7\u00e3o das normas sociais. Se para as mulheres heterossexuais o perigo pode ser representado n\u00e3o s\u00f3, mas muitas vezes pelo parceiro, quando se trata de uma mulher l\u00e9sbica, a viol\u00eancia pode vir potencialmente de outros membros da fam\u00edlia como pais, tios e irm\u00e3os, em uma tentativa de punir a &#8220;transgress\u00e3o&#8221; de normas sociais de g\u00eanero que \u00e9 ser l\u00e9sbica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse sentido, j\u00e1 temos casos de mulheres l\u00e9sbicas expulsas de suas casas em plena pandemia. Temos casos de viol\u00eancias psicol\u00f3gicas e simb\u00f3licas aos montes e temos casos em que a experi\u00eancia no lar, de confinamento passa a um c\u00e1rcere privado, onde se aplica viol\u00eancia moral e tentativas de revers\u00e3o sexual, incluindo inclusive estupro corretivo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sendo assim, as campanhas de combate \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher devem levar em conta precisam deixar de ser heterocentradas e levar em conta as viol\u00eancias a que mulheres l\u00e9sbicas est\u00e3o suscet\u00edveis em lares conservadores, principalmente as mais jovens.\u201d<\/span><\/p>\n<p><b>Amanda Mendon\u00e7a, bisexual, professora, pesquisadora, militante feminista e lgbt<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-5070\" src=\"https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/3-1024x1024.png\" alt=\"\" width=\"570\" height=\"570\" srcset=\"https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/3-300x300.png 300w, https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/3-150x150.png 150w, https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/3-768x768.png 768w, https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/3-600x600.png 600w, https:\/\/camtra.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O isolamento social, medida necess\u00e1ria para o enfrentarmos a pandemia e que atinge f\u00edsica emocionalmente todas as pessoas,\u00a0 para pessoas LGBTI+ tem propor\u00e7\u00f5es ainda maiores. Temos as mesmas preocupa\u00e7\u00f5es que todos os demais e mais algumas especiais. Primeiro porque o isolamento tem feito com que familiares passem muito mais tempo juntos dentro de suas casas, trazendo \u00e0 tona as contradi\u00e7\u00f5es inerentes \u00e0s rela\u00e7\u00f5es familiares e muitas vezes viol\u00eancias. Al\u00e9m disso, nossa exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 grande. Muitos e muitas de n\u00f3s atuam no mercado informal e est\u00e3o sem conseguir se sustentar nesse per\u00edodo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E outro ponto grave que nos atinge em um momento como esse s\u00e3o os estigmas que criam da popula\u00e7\u00e3o LGBTI+ com a propaga\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as. Para n\u00f3s, bissexuais esse estigma \u00e9 forte, pois somos consideradas prom\u00edscuas.\u00a0 E ainda\u00a0 h\u00e1 um discurso religioso que associa quest\u00f5es morais com a pandemia, e que tamb\u00e9m nos atinge.\u00a0 Aqui no Brasil, tem l\u00edder religioso\u00a0 que associa a pandemia ao carnaval, que diz que \u00e9 puni\u00e7\u00e3o para quem n\u00e3o se enquadra na identidade e na orienta\u00e7\u00e3o sexual que eles defendem como \u201ccerta\u201d, \u201cnormal\u201d. Essa imagem de mulheres prom\u00edscuas, que propagam doen\u00e7as, em um momento de pandemia se acentua e se torna mais um l\u00e1 dificuldade a enfrentarmos.<\/span><\/p>\n<p><strong>Fontes:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00b9Levantamento Grypo Gay da Bahia ( maior organiza\u00e7\u00e3o LGBT do Brasil): <\/span><a href=\"https:\/\/grupogaydabahia.files.wordpress.com\/2019\/01\/relat%C3%B3rio-de-crimes-contra-lgbt-brasil-2018-grupo-gay-da-bahia.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/grupogaydabahia.files.wordpress.com\/2019\/01\/relat%C3%B3rio-de-crimes-contra-lgbt-brasil-2018-grupo-gay-da-bahia.pdf<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00b2<\/span><a href=\"http:\/\/especiais.correiobraziliense.com.br\/brasil-lidera-ranking-mundial-de-assassinatos-de-transexuais\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/especiais.correiobraziliense.com.br\/brasil-lidera-ranking-mundial-de-assassinatos-de-transexuais<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00b3<\/span><a href=\"http:\/\/www.onumulheres.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/ONU-MULHERES-COVID19_LAC.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/www.onumulheres.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/ONU-MULHERES-COVID19_LAC.pdf<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje, dia 17 de maio \u00e9 comemorado o Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia. 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