Jornalista, escritora, educadora popular e militante feminista, Maria Amélia de Almeida Teles, a Amelinha Teles, morreu nesta terça-feira (15/09), aos 81 anos. Militante histórica e referência do movimento feminista no país, Amelinha foi presa e torturada durante a ditadura militar brasileira. Sua filha Janaína e seu filho Edson, então com cinco e quatro anos de idade, foram levados para o centro de repressão e obrigados a presenciar a mãe e o pai serem torturados. Após o período de prisão política, Amelinha dedicou a vida à defesa da democracia e dos direitos humanos, à memória das pessoas mortas e desaparecidas políticas e à organização do movimento feminista. Atuou na Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e participou dos esforços de investigação e esclarecimento dos crimes cometidos durante a ditadura. Sua trajetória também esteve profundamente ligada à luta das mulheres e à construção do movimento feminista brasileiro.
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#ParaTodasVerem Card com fundo roxo com o texto “Solidariedade Feminista” no canto superior esquerdo, acompanhado do ícone do símbolo da Vênus com a rosa da Camtra.
Ao centro, à esquerda, aparece a frase, em letras brancas: “A escrita é um ato revolucionário”. À direita, há a fotografia de Amelinha Teles, uma mulher idosa, de cabelos curtos e brancos e óculos de armação azul. Ela sorri e segura um buquê de girassol envolto em papel amarelo. Veste uma blusa estampada e carrega uma bolsa preta no ombro. Próximo à imagem, lê-se: “Foto: Reprodução Instagram”. Logo abaixo, em letras brancas, está o nome “Amelinha Teles”. Em seguida, em amarelo, aparecem os símbolos de nascimento e falecimento, seguidos das datas “06/10/1944” e “15/09/2026”. Mais abaixo, em branco, está a palavra “Presente!”. No rodapé, em uma faixa amarelo claro, estão o logotipo da Camtra, os ícones das redes sociais e a página na internet da organização.


