Não podemos naturalizar retrocessos. Por isso, continuamos mobilizadas contra o PDL 3/2025.
Em menos de dois minutos, o Senado aprovou a suspensão da resolução que orienta o atendimento humanizado a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.
Essa ação antidemocrática contribui na barreira ao acesso do aborto legal das vítimas de violência sexual.
Quando protocolos de proteção são enfraquecidos, quem paga o preço são meninas que precisam de acolhimento, cuidado e acesso aos seus direitos.
Garantir atendimento humanizado e acesso à saúde não é uma questão ideológica. É uma questão de direitos humanos, proteção integral e justiça.
Precisamos permanecer vigilantes e mobilizadas para que nenhuma criança ou adolescente tenha seus direitos negados.
É pela vida das mulheres!


