Nesta segunda-feira, 10 de agosto, vivemos um encontro potente com as mães atípicas do projeto @maetanafeira na @navenovabrasilia_ com todo apoio de @arlenee_martins.
Jaqueline Rosa, fundadora do projeto, transformou sua própria história em testemunho, mostrou que quando existe espaço seguro para falar, aquilo que foi silenciado pode começar a ser elaborado e ressignificado.
A Dra. Mariana Costa, advogada, trouxe a dimensão estrutural da violência e a urgência de movimentarmos aquilo que historicamente foi naturalizado.
Eu trouxe o olhar psicológico e antropológico quanto à objetificação e ao controle sobre o corpo feminino, que atravessam a história, na visão de que é necessário combater a violência e construir psicoeducação e transformação cultural.
Joelma Alcântara, através de Jojo Serviços, atuante aqui no território, promovendo empregabilidade e autonomia, além da parceria do CAMTRA, junto à mentora @crisdosprazeres, que também somou sua voz conosco nesta experiência.
A violência pode começar na palavra que humilha, no controle disfarçado de cuidado, na manipulação que faz uma mulher duvidar de si e no silêncio que a sociedade aprendeu a normalizar.
E existe algo que atravessa todas essas dimensões, quando uma mulher recupera sua voz e sua dignidade, algo nela transcende a violência que tentou defini-la.
Uma sociedade equilibrada ensina a todos o respeito.
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