Uma trabalhadora doméstica de 62 anos foi resgatada em condição análoga à escravidão de um imóvel localizado em um condomínio de luxo, na região metropolitana de Fortaleza, no dia 02 de julho de 2026, pela Auditoria-Fiscal do Trabalho (FAT).
A vítima servia à mesma família desde os sete anos de idade submetida a uma relação marcada pela ausência de remuneração, pela dependência econômica, pela privação de oportunidades educacionais e pela permanência contínua no mesmo núcleo familiar desde a infância.
A Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) identificou que a mulher passou toda a trajetória de trabalhadora sem remuneração regular, sem autonomia financeira e sem oportunidades educacionais e patrimoniais.
A identidade dos envolvidos no caso não foi divulgada pela FAT.
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