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Hoje, 17 de maio, é o Dia Mundial da Luta contra a LGBTfobia — uma data para reafirmar que viver plenamente, com afeto e dignidade, é um direito de todas, todos e todes.
Mesmo após a criminalização da homofobia pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2019, o Brasil continua a ser um dos países com mais mortes violentas de LGBTI+ no mundo. Em 2024, ocorreu uma morte por homotransfobia a cada 30 horas, segundo dados divulgados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB). Foram contabilizadas 291 mortes violentas, um aumento de 8,83% em relação a 2023, quando ocorreram 257 casos.
A pesquisa baseia-se em informações coletadas da mídia, redes sociais, blogs e denúncias enviadas diretamente à ONG, já que não existem estatísticas governamentais oficiais sobre crimes de ódio contra LGBT+ ocorridos no Brasil. Como resultado, os números apresentados são sub notificados, representando apenas uma fração da realidade.
Em um país onde pessoas LGBTQIAPN+ seguem sendo silenciadas, agredidas e mortas, não há espaço para neutralidade: é preciso resistir, acolher e transformar!
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